O que muda na seleção brasileira com Vinicius Jr. em provável escalação de Tite contra a Sérvia?

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Tite tem duas formas definidas para fazer a seleção brasileira jogar, mas nomes podem mudar de acordo com cada adversário


Tite e sua comissão técnica já definiram qual será a seleção brasileira que inicia a estreia na Copa do Mundo contra a Sérvia. A tendência, se não houver surpresas de última hora, é que Vinicius Jr. seja titular, e Lucas Paquetá atue um pouco mais recuado, ao lado de Casemiro.

Trata-se de uma adaptação a uma das duas formas que o treinador tem como suas favoritas para armar o Brasil de acordo com cada adversário.

A formação que deve iniciar contra a Sérvia foi sendo indicada desde o início da preparação da seleção em Turim, na Itália. Tite sempre priorizou a formação com dois pontas de ofício abertos pelos lados do ataque, com Vinicius pela esquerda e Raphinha pela direita.

No outro desenho no qual Tite arma o Brasil, Paquetá também é titular, mas costuma cair mais pelos lados – normalmente, na esquerda, tirando a vaga de Vinicius. No meio-campo, quem é o titular mais constante ao lado de Casemiro é Fred, mas Bruno Guimarães também pode exercer a função.

Na linha defensiva, não há muitas dúvidas, independentemente da disposição em campo. Alisson é o goleiro titular, Danilo joga na lateral direita, Alex Sandro na esquerda, e Thiago Silva e Marquinhos formam a dupla de zagueiros. Já o meio-campo ajuda a entender a diferença nas duas formações que Tite arma o Brasil.

Em uma, Casemiro costuma ter um segundo volante ao seu lado (Fred ou Bruno Guimarães), Neymar é o meia, Paquetá cai por um dos lados (o esquerdo na maioria das vezes), Raphinha abre pela direita e há um centroavante (Richarlison).

Já no segundo desenho, Tite abre mão do segundo volante, recua Paquetá para jogar com Neymar e abre dois pontas de ofício pelos lados (Vinicius Jr. e Raphinha), com Richarlison na referência. É uma adaptação dessa formação que deve ser escalada contra a Sérvia.

Pelo que o Brasil trabalhou, Paquetá ficará mais próximo de Casemiro, qualificando a saída de bola do Brasil.

“Acredito que, quando joga o Vini ou o Martinelli do lado de lá, a gente ganha mais velocidade no jogo. Quando joga o Paquetá, costumamos jogar mais com a bola no pé, com menos aceleração. O que muda é isso, cada um tem característica de um jeito”, explicou Raphinha, que negou que um dos dois modelos seja mais ou menos ofensivo do que o outro.

“Com Paquetá ou Vini, a gente é ofensivo das duas maneiras. Talvez com o Paquetá, é ofensivo mais por dentro e, com o Vini, pelas beiradas. Com ele, o jogo é mais de velocidade. Com o Paquetá, mais cadenciado. Eu não tenho preferência. São dois jogadores de uma qualidade absurda.”

“Como atacante, prefiro o time ofensivo, mas os dois são. Não tenho preferência. Se desse para jogar os 26, seria maravilhoso“, desconversou o jogador do Barcelona.

Richarlison, que hoje está à frente de Gabriel Jesus para começar com a Sérvia, também não quis fazer as vezes de Tite para escolher sua formação preferida. “Eu, como atacante, quero ir para cima. Colocaria o máximo de atacantes possível. Mas isso é com o professor Tite.”

A imprensa não teve acesso aos treinos em que Tite trabalhou a formação que deve iniciar contra a Sérvia. Na segunda, porém, uma foto vazada por um visitante indicou Vinicius Jr. como titular. Nesta terça, a atividade foi totalmente fechada aos jornalistas e, na quarta, véspera do jogo, apenas os 15 minutos iniciais da atividade serão abertos.

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