VW Polo, Virtus, Nivus e T-Cross terão sistema híbrido flex no Brasil

VW Polo Highline 2023

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A Volkswagen inaugurou um novo centro de pesquisa e desenvolvimento na fábrica da Anchieta, em São Bernardo do Campo (SP), sede da montadora no País,. Tal como contamos no Jornal do Carro em julho de 2021, a VW trabalha em um sistema híbrido flex para os seus carros nacionais. A tecnologia vai equipar ao menos cinco modelos da marca: o hatch Polo, o sedã Virtus, os SUVs Nivus e T-Cross, e a nova Saveiro – todos feitos sobre a base MQB-A0.

O novo centro de P&D da Volkswagen tem sede e liderança da filial brasileira. O plano é desenvolver “soluções tecnológicas com base em etanol e outros biocombustíveis para mercados emergentes”. Ou seja, a VW pretende criar carros eletrificados movidos a etanol. E, portanto, oferecer uma tecnologia similar ao híbrido flex da Toyota. Inclusive, o sistema da montadora alemã deverá usar a sigla “e-TSI” para indicar as versões eletrificadas.



VW quer híbrido flex barato

O mais provável é que a VW desenvolva um sistema que combine o motor 1.0 TSI turbo flex a outro elétrico. Juntos, poderão entregar cerca de 130 cv. Este é o conjunto para Polo, Virtus, Nivus e T-Cross a partir de 2024. Da mesma forma, pode apostar na união do motor 1.4 TSI com outro elétrico. No Jetta Hybrid de uma década atrás, gerava 170 cv e 25,5 mkgf, com aceleração de zero a 100 km/h em 8 s. Além disso, fazia até 20,4 km/l na estrada.

Volkswagen/Divulgação

Entretanto, ainda não está claro em qual o tipo de tecnologia a alemã apostará. Se será um sistema híbrido completo, como no Corolla sedã e no SUV Corolla Cross. Ou um híbrido leve de 48 volts, que é mais simples e barato. Ou ainda um sistema elétrico que traz um motor gerador a etanol, como é o caso do sistema e-Power, em desenvolvimento pela Nissan.

Tecnologias para mercados emergentes

A inauguração do centro de P&D ficou a cargo do presidente da VW na América do Sul, Alexander Seitz. Sem dar detalhes dos projetos, o executivo explicou que o departamento vai estudar tecnologias para a redução das emissões de CO2 com base no uso de biocombustíveis, como o etanol, que tem origem renovável e é “mais limpo” que a gasolina e o diesel. Além disso, segundo Seitz, o futuro sistema híbrido terá como destino os países emergentes.

Por causa disso, o projeto envolverá engenheiros de outras nacionalidades e marcas, como a Skoda, fabricante da República Tcheca que pertence ao grupo VW. No comunicado, a Volkswagen informa que as novas tecnologias com foco na “descarbonização” serão implementadas em mercados como Índia e países da África, América Latina e Ásia.

“A descarbonização é um dos pilares mais importantes da estratégia da Volkswagen no mundo. A empresa tem como objetivo ser neutra em carbono até 2050. Por isso, sediar o ‘Way to Zero Center’ na América do Sul é motivo de satisfação. E também um grande desafio no desenvolvimento de tecnologias com baixa emissão de CO2“, resume Alexander Seitz.

O Jornal do Carro está no Youtube

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