Ricardo Guimarães aponta bronca com Kalil e explica assunto ‘nome da Arena MRV’ – Rádio Itatiaia

Ricardo Guimarães aponta bronca com Kalil e explica assunto 'nome da Arena MRV' - Rádio Itatiaia

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Convidado na Turma do Bate bola desta quarta-feira (23), o presidente do Conselho Deliberativo do Atlético, Ricardo Guimarães, falou sobre SAF e do futuro que está sendo planejando nos bastidores do clube. Além disso, foi questionado também sobre um tema que tomou os noticiários antes mesmo da reunião realizada na sede de Lourdes na última segunda (21): qual o atrito entre ele e Alexandre Kalil?

“Da minha parte, não tem nada de pessoal, até mesmo porque, sou Ricardo Guimarães, mas estou aqui porque sou presidente do Conselho do Atlético. Só posso ocupar o microfone de uma rádio e falar para 200 conselheiros por isso. Então, não é por um problema pessoal. Não preciso de plateia ou testemunha. Quando tenho alguma divergência com ele, é no âmbito do Atlético”, ponderou Guimarães.

“Não quero fazer nenhuma ofensa e nem nenhum ataque à honra dele, porque não cabe neste olhar do Atlético. Temos pautas divergentes em visão do clube. As principais são em relação ao custo da Arena MRV. Tem que deixar muito claro que várias arenas foram feitas no Brasil e as contrapartidas foram bem menores do que as nossas. Acho que o Atlético foi prejudicado, por orientação de um prefeito que era o Alexandre Kalil. Os técnicos de BH se posicionaram com um valor de R$ 250 milhões. Nas outras praças, foi entorno de R$ 30 milhões”, foi além.

Ainda de acordo com Ricardo Guimarães, a orientação neste processo envolvendo a prefeitura de Belo Horizonte

“teve uma orientação de cima”, citando o ex-prefeito e também ex-presidente do Atlético.

“Nunca pedimos benefício, mas queríamos um tratamento normal. Acho que prejudicaram o Atlético. Até R$ 50 milhões seria normal. Estão desfalcando o Atlético em R$ 200 milhões. É uma divergência muito grande que temos. Parece que tudo foi feito para não fazermos a Arena. Tudo demorou muito mais do que normal, com um atraso de pelo menos dois anos. Isso nos custou quase mais de R$ 200 milhões. O custo da construção subiu bastante, o preço do aço multiplicou… Quando pensamos na Arena, para fazer o investimento da fundação, era a mesma coisa de fazer um estádio para 40 mil ou 54 mil pessoas. A ideia era a segunda opção. Mas, o Alexandre Kalil disse que teria que ser para 46 mil pessoas. Temos esse tipo de desavença com ele, mas sempre pensando no Atlético. O prefeito Fuad Noman está muito empenhado à causa do clube. Não sei se mudará algo, porque o processo está avançado, mas, quem sabe”, destacou.

Ainda em relação ao atrito com Kalil que prometeu devolver as honrarias recebidas enquanto presidente, Ricardo Guimarães foi enfático ao dizer que o ex-mandatário tentará prejudicar o processo da SAF.

“O Alexandre Kalil é atleticano, e todo torcedor entende que ela é necessária. Não estamos fazendo a qualquer custo e nem vendendo 90% do futebol ao investidor. O clube deve ter de 30 a 45%. Temos que atrair o investidor, para valorizar e ser melhor. Não vejo um atleticano querendo prejudicar o clube. Tudo que se falar de confusão e judicialização, atrapalha. Quem ganha com isso é o nosso rival”, opinou.

Mudança de nome da Arena MRV

Por fim, o assunto ‘mudança de nome da Arena MRV’. Anteriormente, ficou definido que o estádio do Atlético levaria o nome de Elias Kalil, ex-presidente do clube e pai de Alexandre. Contudo, Ricardo explica que, por pressão de alguns conselheiros, foi preciso tornar o processo “mais democrático” e a anular a decisão anterior.

“O investidor, a princípio, sabe das notícias por nós. Temos procurado contato com ele e espero que nada atrapalhe. Não foi uma postura minha pela mudança de nome. Dez conselheiros mandaram requerimento, abordando que a escolha do nome Elias Kalil foi ilegal, porque faltou democracia. Fizemos uma consulta e o parecer do nosso conselho de ética foi favorável, assim como um escritório independente, que foi contratado. Agora terá um processo todo novo para definir o novo nome, com todo processo democrático. Temos que ver o Atlético como um todo e não criar cortinas de fumaça”, finalizou.

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